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Medicina
 

              Por ser um potente oxidante, altamente eficaz contra bactérias, vírus, protozoários e fungos, o ozônio pode ser amplamente utilizado na área médica.

             A ozonioterapia foi aplicada inicialmente na Alemanha, durante a Primeira Guerra Mundial, para o tratamento das feridas dos soldados. Na década de cinqüenta, o desenvolvimento de materiais resistentes à oxidação facilitou o emprego desta técnica, e em 1954 foi instituído o método da auto-hemoterapia.

            A ozonioterapia difundiu-se pela Alemanha, Suíça, Áustria, Itália e leste europeu, principalmente na Rússia. Cuba, por sua estreita relação tecnológica com a Rússia, também adotou o método, e hoje detém a maior experiência em ozonioterapia aplicada ao sistema público de saúde.

            O ozônio é indicado em praticamente todas as áreas da medicina, sendo eficaz na medicina esportiva, geriatria, oftalmologia, dermatologia e estética, bem como nos casos de úlceras externas e lesões de pele, distúrbios circulatórios arteriais, condições patológicas intestinais, doenças infecciosas e virais, doenças reumáticas, artropatias e discopatias da coluna vertebral. 

            Para uso médico, o ozônio é aplicado na forma de uma mistura gasosa de oxigênio com ozônio, através das seguintes técnicas:  

  • auto-hemoterapia (ozonização e reinfusão de um volume de sangue do próprio paciente);

  • insuflação retal;

  • insuflação vaginal;

  • hidrocolonterapia;

  • aplicação subcutânea;

  • aplicação cutânea tópica;

  • injeção na musculatura para-vertebral;

  • injeção intra-articular;

  • inoculação intradiscal (procedimento cirúrgico para tratamento de hérnia de disco).

            Além das aplicações da mistura gasosa O3/O2, também podem ser utilizados o spray de água ozonizada para lavagem de feridas, e os azeites de oliva e girassol ozonizados, para uso tópico e via oral.